
Os fãs da saga já podem ver no Brasil -em mais de 500 salas- e em boa parte do mundo, com a estréia de X-Men Origens
O mistério sempre rondou Wolverine (Hugh Jackman) nos três longas anteriores da série X-Men. Já estava mais do que na hora de o passado do mutante mais charmoso da trupe de Xavier (Patrick Stewart) vir à tona. É justamente isso que os fãs da saga já podem ver no Brasil -em mais de 500 salas- e em boa parte do mundo, com a estréia de X-Men Origens: Wolverine. O longa, que se passa muito antes da trama de X-Men – o Filme (2000), primeira parte da série, revela tudo o que está por trás do homem de garras retráteis. Dirigido por Gavin Hood (Infância Roubada), o filme causou furor um mês antes de seu lançamento, quando uma cópia não finalizada caiu na internet e se transformou em sucesso imediato de downloads.
No lançamento, o público é de cara transportado para a infância de Logan. Ainda garotinho, ele se abala após uma tragédia familiar na qual está envolvido. Sem ter onde buscar ajuda, o pequeno mutante se apoia em Victor Creed (Liev Schreiber), o Dentes de Sabre, que tem em comum com Logan muito mais do que poderes especiais.
Ainda sem saber exatamente qual é o papel que vai desempenhar na sociedade, Logan se junta a um grupo militar formado por mutantes recrutados por William Stryker (Danny Huston). Brigando em uma luta que não considera sua, ele deixa tudo de lado para tentar ter uma vida normal. O tempo passa, e mais uma tragédia -desta vez amorosa- se abate sobre a vida do protagonista, que se submete a uma experiência em que se torna Wolverine. A partir daí, ele só quer saber de vingança.
Mesmo com tantos dramas, X-Men Origens: Wolverine faz rir. Além das cenas surreais de perseguição, o bate-bola afinado nos diálogos entre os mutantes resulta em momentos de humor. A aparição de velhos conhecidos, como o jovem Scott (Tim Pocock), fará a alegria dos fãs.